O colégio, norteado por valores e princípios cristãos e católicos, objetiva contribuir com qualidade para a formação dos alunos, a fim de prepará-los para conviver em harmonia e respeito à pluralidade, num ambiente acolhedor, fraterno e respeitoso, incentivando-os continuamente à prática do bem, de acordo com os ideais da beata Rita Amada de Jesus - fundadora da instituição mantenedora.

No Projeto Pedagógico desenvolvido na escola, o educando é estimulado a desenvolver todas as suas potencialidades unindo o conhecimento e a ética, objetivando, no futuro, a sua inserção social e profissional de forma cidadã e transformadora.

7 dicas para ajudar seu filho a pensar antes de agir

Com o tempo, amadurecemos e aprendemos sobre a importância de pensar antes de agir. Crianças e adolescentes podem ter dificuldades com isso, já que nem sempre conseguem antecipar o pensamento da ação.

Esse é um processo essencial para tomar boas decisões e evitar conflitos e erros. Por isso, deve fazer parte dos ensinamentos que a família passa diariamente para seus filhos. Já pensou sobre esse assunto? Sabe como colocá-lo em prática?

A seguir, separamos algumas dicas importantes sobre pensar antes de agir. Confira!

1. Construa uma relação de afeto e respeito

Afeto, confiança e respeito são as bases de relacionamentos saudáveis, ainda mais quando falamos de família. Por mais que cada pessoa tenha uma personalidade, tudo fica mais fácil quando esses “ingredientes” estão presentes.

Quando a família é formada por dois ou mais filhos, podem existir diferenças nas relações, mas há algo muito maior por trás da convivência familiar. Algumas crianças são mais introvertidas, enquanto outras sabem se expressar com mais facilidade. Esse é um exemplo prático de como se relacionar no dia a dia pode demandar diferentes comportamentos, embora o respeito e o afeto sejam essenciais.

Quando isso acontece, os aprendizados também fluem naturalmente na rotina. Falar sobre pensar antes de agir tem muito mais efeito se você tem uma boa relação e consegue ser uma referência nesse sentido.

2. Incentive as reflexões

Refletir deve ser o primeiro passo antes de tomar qualquer decisão. É claro que algumas ações acabam acontecendo inesperadamente ou sem tanto tempo para reflexão, mas é importante incentivar que as crianças e os adolescentes adquiram o hábito de refletir.

Quer algo mais comum do que gastar o dinheiro da mesada ou de um presente comprando um brinquedo que não era tão legal assim? A ânsia de realizar um desejo imediato em pouco tempo é substituída pela sensação de que não valeu tanto a pena.

Esse é apenas um acontecimento, já que isso se repete em tantos outros contextos — inclusive, nos conflitos pessoais. A ideia é controlar as reações impulsivas usando a reflexão como ponto de partida. Fale mais sobre a importância de pensar antes de fazer qualquer coisa, buscando analisar os objetivos e as consequência de cada ação.

3. Ensine seu filho a ouvir

Já dizia o velho ditado: temos dois ouvidos e somente uma boca, para ouvirmos mais do que falar. De fato, saber ouvir é uma grande virtude e ainda ajuda muito no processo de evitar a impulsividade nas falas ou nas atitudes.

Quem nunca entrou em uma discussão (por mais banal que fosse) antes de escutar tudo o que a outra pessoa tinha para falar? Isso acontece mais do que a gente imagina, até porque, nem sempre percebemos como esse hábito é comum. Crianças choram e jovens se irritam antes mesmo de entenderem o que está acontecendo.

Como ensinar alguém a ouvir? Com calma e paciência para dialogar — nada de gritaria e repressão. Tenha tranquilidade para explicar as coisas, chamando a atenção do seu filho para escutar o que você ou outras pessoas falam antes de ter qualquer reação.

4. Incentive a autonomia

O ganho de autonomia é uma das conquistas mais importantes durante a infância e a adolescência. Não podemos exigir de uma criança de 2 anos o mesmo que uma de 7 anos é capaz de fazer. Mas incentivar a autonomia dentro das possibilidades de cada faixa etária é fundamental.

Isso não significa deixar que seu filho faça tudo sozinho, sem ajuda ou supervisão, mas estimular que ele comece a realizar algumas atividades por conta própria — como tomar banho, comer, arrumar o quarto, vestir a roupa, fazer tarefas escolares etc. — é uma excelente ideia.

No início, dê todas as orientações e fique disponível para auxiliar sempre que necessário. Todo aprendizado é um processo que leva certo tempo e pode envolver falhas. Quando a criança erra, ela aprende caminhos que não dão certo, lida com pequenas frustrações e consequências dos seus erros. Tudo isso faz parte da vida e engrandece as conquistas!

5. Ensine a criança a resolver problemas da melhor forma

Como os problemas que aparecem a cada dia e em cada família são diferentes, é complicado apontar uma fórmula mágica para solucionar tudo. Aliás, muitas vezes, nem a própria família consegue resolver as dificuldades que seus filhos passam.

Pensar antes de agir é um ótimo conselho para enfrentar as adversidades. Perder o controle ou desanimar diante de cada obstáculo não é uma solução. Esse é mais um caso de evitar as reações impulsivas e refletir antes de decidir o que fazer sobre cada situação. Reflexão e diálogo são partes indispensáveis da solução de problemas.

6. Ajude seu filho a controlar a raiva e a frustração

Sentimentos ruins são naturais, assim como falamos dos problemas que surgem no dia a dia. Ficar com raiva é normal, sentir tristeza é inevitável e lidar com frustrações é corriqueiro.

Sabendo disso, tudo depende de como reagimos a essas sensações. Tentar manter o controle emocional é um aprendizado valioso para a vida toda. Podemos ficar chateados, chorar e sofrer com várias situações, mas sempre com a consciência de que tomar atitudes sem pensar não é a melhor escolha nesses momentos.

Difícil ensinar isso para os mais jovens, não é? Como falamos, a maturidade ensina muito, e ela chega com o tempo. Mesmo assim, faça um esforço para que eles entendam a importância do autocontrole.

7. Use métodos com ênfase em comunicação assertiva

Comunicação assertiva é a capacidade de expressar suas ideias e seus pensamentos com clareza, principalmente para atingir os objetivos que se pretende em cada conversa.

Quando explicamos uma receita a alguém ou precisamos dar uma ordem, se as instruções não forem claras o suficiente, provavelmente o resultado não será o esperado.

Exercitar essa capacidade é extremamente importante para o equilíbrio e a saúde dos relacionamentos. Na infância ou na adolescência, é absolutamente normal não ter essa habilidade tão desenvolvida. Listamos algumas dicas de como agir para tentar estabelecer uma comunicação mais assertiva em casa:

  • valorize os sentimentos e o direito de se expressar de cada um;
  • dê atenção quando alguém estiver falando e estabeleça contato visual;
  • peça a opinião das pessoas, demonstrando que elas são importantes;
  • elogie e ofereça mensagens positivas;
  • converse sobre os problemas antes de criar um conflito;
  • tenha empatia e tente considerar o ponto de vista do outro.

Para finalizar, pense em como todas essas sugestões podem ser inseridas na rotina familiar com leveza. Pensar antes de agir é um aprendizado diário que podemos encaixar nas mais diversas situações. Aqui, na Escola da Inteligência, uma das nossas prioridades é promover o desenvolvimento socioemocional dos alunos, não só o intelectual.